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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Ola pessoal A rede Caravanas Centro oeste esta procurando artigos sobre esporte e arte educacao para postar em nosso blog!!! Enviem para: re.nato.farinha@hotmail.com ou caravanacentrooeste@gmail.com suas ideias e artigos

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Olá Pessoal!

Realizamos nosso 3ºEncontro de Arte-Educadores nesse último dia 28/06 infelizmente pela parte que refere-se a troca de experiencias tivemos que reduzi-lo por causa do jogo, mas a motivação dos professores que puderam experimentar e trocar ideias do ensino da ARTE. Daqui a pouco tem fotos para vocês verem!!! Vamos lá centro-oeste, Goiás quer ver vocês do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul aparecerem no Blog...

Até mais!!!

domingo, 27 de junho de 2010

ENCONTRO DE ARTE EDUCADORES FORMAÇÃO CONTINUADA








ENCONTRO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE ARTE-EDUCADORES DE FORMOSA-GO


Quando analisamos o ensino de arte vêm muitas reflexões em nossas mentes: - Será que ensinaremos arte na forma como deve ser, com tudo que a faz diferente e admirável em essência e produção? - Será que a arte conseguirá o lugar merecido nesta sociedade que prima tanto pelo materialismo dispensando pouca atenção para a cultura, o saber, o expressar, o criar, enfim para tudo o que a envolve e que tanto nos encanta, fazendo-nos investir nossas crenças e busca pelo conhecimento cotidiano? - Será que vale a pena ensinar arte? Para todos estes questionamentos, só consigo pensar em uma resposta: Sim. Se ensinar arte é a nossa verdade, é o que acreditamos e é por isso que fazemos este curso, e por ele, é que estamos a vivenciar situações que a cada dia nos acrescenta conhecimentos, habilidades, emoções... São incontáveis as mudanças que a arte faz conosco, não tem como retroagir, diante disto só nos resta o desejo e a necessidade de partilhar esses conhecimentos e de apresentar este mundo para quem assim como nós, um dia, só o conhecia de ouvir falar: nossos alunos. Que assim seja... que este curso e o que ele nos instiga possam abrir caminhos para o desenvolvimento da arte e do processo sócio-educativo. (Introdução do II Encontro de Formação Continuada de Arte-Educadores da Secretaria Municipal de Educação, escrito pela Profª. Karine Spindola de Oliveira - Pedagoga e Licenciada em Artes Visuais).

quinta-feira, 24 de junho de 2010



RECREAÇÃO

O VALOR DA RECREAÇÃO NO INCENTIVO A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO COLÉGIO ESTADUAL ANA NERY DE 5ª A 8ª SÉRIE

Autor: Yatânderson dos Santos Gonçalves
Orientador: Profº Ms, Josué Brandão Junior
Orientador: Profº Esp. Mauricio Leandro

1. INTRODUÇÃO

Nos meses de estágio no Ensino Fundamental de 5ª a 8ª no Colégio Estadual Ana Nery foram constatados o desinteresse e a falta de motivação dos alunos para a prática da Educação Física. A existência de particularidade na história da prática da Educação Física, principalmente no que diz respeito ao alto número de incidência dos fenômenos da falta de motivação dos alunos para a prática da Educação Física.
No dia-a-dia das aulas para a pratica da Educação Física, tem se observado que o número de alunos que dispensa das aulas de Educação Física, sendo também um dos fatores que também caracterizam a falta de motivação dos alunos para a prática das aulas de Educação Física Escolar. Durante os meses de estágio no ensino fundamental de 5ª a 8ª, observei de uma forma geral o desinteresse, a falta de motivação, a desvalorização dos alunos com as aulas de Educação Física.
Vários fatores contribuem para a falta de motivação dos alunos para a prática das aulas de Educação Física, tendências que vimos no dia-a-dia do âmbito da Educação Física Escolar que desencadeia o desinteresse pelas aulas de Educação Física. Sabendo que o professor é o maior responsável em motivar o aluno a praticar as aulas, fazendo com que o aluno leve este habito para a vida toda, pois toda pessoa passa pela escola para se tornar um cidadão digno e com responsabilidade. O presente estudo propôs investigar os motivos que levam os alunos do Ensino Fundamental a se desmotivarem para a praticar as aulas de Educação Física e como a recreação pode vim ajudar a motivar os alunos a praticarem as aulas de Educação Física. A recreação é muito importante para o ser humano não só para a criança. Todos nos precisamos dos nossos momentos de lazer. A palavra recreação vem do latin, recreare, cujo significado é recrear. Portanto as atividades recreativas devem ser espontâneas, criativas e que nos traga prazer. Devem ser praticadas de maneira espontânea, diminuindo as tensões e preocupações (TOSETI, 1997, p. 14).

Pois de uma forma ou de outra os problemas pela falta de motivação dos alunos nas aulas de Educação Física é uma realidade escolar que merece ser pesquisada.
O objetivo desse estudo foi identificar e analisar os motivos que levam os alunos do Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série do Colégio Estadual Ana Nery a não terem motivação para prática das aulas de Educação Física.

2. O VALOR DA RECREAÇÃO NO INCENTIVO A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO COLÉGIO ESTADUAL ANA NERY DE 5ª A 8ª
Nos meses de estágio no Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série no Colégio Estadual Ana Nery foram constatadas o desinteresse e a falta de motivação dos alunos para a prática da Educação Física. Nas aulas de Educação Física muitas atitudes dos alunos, em relação à prática adotada para se trabalhar durante a aula, refletia a atuação do professor. Nas conversas com os alunos mostraram basicamente ouvir o professor e fazer o que ele determina, porém visualizam-se alguns sinais de desinteresse "desencantamento" provocado pelo conhecimento negativo da situação em que se encontra a Educação Física Escolar.
Durante os meses de estágio no ensino fundamental, foram observados de uma forma geral o desinteresse e a desmotivação dos alunos com relação à prática da Educação Física.
Vários fatores contribuem negativamente para a visão que os alunos têm da prática da Educação Física entre eles estão à falta de estrutura física adequada nas escolas para sua prática, materiais adequados e principalmente na questão que diz respeito à prática aplicada pelo professor seu método de ensino. Sabemos que o professor é o maior responsável em motivar o aluno a participar das aulas de Educação Física. Na vivência nas aulas de estágio escolar, no conviver com os alunos no âmbito escolar foram constatadas que os mesmos não se sentiam motivados a participarem das aulas, onde defendia que as aulas sempre seguiam a mesma prática, o mesmo tema em todas as aulas, ou seja, a "mesmice" de sempre, provocando assim o desinteresse e falta de vontade em participar das aulas.

Grafico 1 (ver na íntegra com o autor- e-mail do autor: yatanderson@hotmail.com)

No que se refere à escola pesquisada, conforme depoimento de alunos percebeu que a Educação Física,ao contrário de outras disciplinas que compõem o currículo do ensino fundamental hoje, necessita ainda conquistar o seu espaço no campo legal que legitima sua inclusão obrigatória na grade curricular.
Os depoimentos permitem-me identificar que, neste contexto investigado, possa dizer que a Educação Física tem um espaço, mas que não é legitimado, não tem a mesma importância como as outras matérias.
Segundo o Coletivo de Autores (1992) um dos motivos para não estar ocorrendo o desencadeamento de mudanças, pode ser o fato de os próprios educadores se oporem as novas dinâmicas, parecendo que a forma tradicional é ainda o jeito "mais fácil" de ensinar.
Estudos mostram que a Educação Física pode ter varias finalidades e trabalhada de varias formas e maneiras que motivem o aluno a participar com freqüência das aulas, e uma dessas formas é a recreação desenvolvida junto às aulas de Educação Física.
Primeiramente é preciso explicar que finalidade é definida como o fim último para qual uma determinada atividade existe. Nesse sentido, a finalidade da Educação Física é contribuir para a Educação integral da criança, por meio da prática de atividades físicas racionais e variadas, de acordo com suas necessidades, ou seja, o desenvolvimento, em seu grau mais elevado, nos planos físico, mental e social (HURTADO, 1987, p. 22).

3. A RECREAÇÃO
Sabemos que a recreação constitui um processo eficiente de educação. É um meio de favorecer o desenvolvimento psicosocial e psicomotor de uma criança, um fator de integração, de solidariedade e cooperação entre os colegas. Serviram como sujeitos para presente pesquisa 60 (sessenta) alunos, do Ensino Fundamental de 5ª a 8ª, de ambos os sexos, pertencentes à classe média baixa do Colégio Estadual Ana Nery, situado na Av. São Vicente de Paula, centro Ibicaraí - Bahia. Foram utilizados como instrumento de coleta de dados entrevistas e questionários, compostos de 06 questões.
Nesse período foram aplicadas além dos questionários, várias atividades recreativas, introduzidas durante as aulas de Educação Física. Essas atividades sempre atentando para a ludicidade e o prazer que as atividades propiciam às crianças como fator de motivação e estimulação para realização dos trabalhos sugeridos.
Essas atividades tinham como meta o objetivo de observar a conduta dos alunos durante a aplicação dessas atividades, se gostavam ou não, se lhe motivava a participar, além de mudar a rotina das aulas, fator esse onde os alunos mais reclamavam. As atividades recreativas devem ser espontâneas, criativas e que nos traga prazer. Devem ser espontânea, diminuindo as tensões e preocupações. Para a criança, a recreação é uma maneira de liberar energias, já que seu espaço para o lazer nas grandes cidades é cada vez mais restrito (TOSETI, 1997, p. 14).

Durante a realização dessas atividades recreativas foram constatadas que o interesse e motivação dos alunos em participar das aulas eram maiores. Onde podemos constatar no gráfico abaixo.

Grafico 2 (ver na íntegra com o autor- e-mail do autor: yatanderson@hotmail.com)

Cabe salientar, que os procedimentos didáticos pedagógicos do professor, também influenciam sobre a qualidade das aulas e, consequentemente, sobre a motivação do aluno. O professor que leva a sério o que faz que alie à sua competência técnica ao compromisso de ensinar, que desperta a criatividade e conduz os alunos à reflexão, certamente não terá alunos desinteressados ou desanimados, mesmo porque, o professor leva grande vantagem sobre os demais componentes curriculares, pois a Educação Física, por si só é uma prática motivadora.

4. METODOLOGIA
A metodologia utilizada baseou-se no estudo de pesquisas quantitativas com estudo de caso. Para isso, analisou-se o contexto escolar, coletaram-se as informações de entrevistas e questionários.
Optei por uma pesquisa quantitativa, que busca compreender os fenômenos nas suas origens. Pesquisa Quantitativa consistem em investigações de pesquisa empírica cuja principal finalidade é o delineamento ou análise das características de fatos, avaliação de programas. Qualquer um desses estudos pode utilizar métodos formais, tendo como finalidade de fornecer dados para a verificação de hipótese utilizando técnicas como entrevistas e questionários (LAKATOS, MARCONI, 1991, p. 187).

Fizeram parte deste estudo, os alunos que se dispuseram voluntariamente a conceder entrevistas e de responder um questionário. O critério de seleção foi feito da seguinte maneira. Através da intervenção junto às aulas entrando em contato com o aluno. Onde levantamos alguns dados com os alunos de 5ª a 8ª série, no total de 60 alunos.

5. CONCLUSÃO
Ao finalizar a trajetória acadêmica, realizei este estudo com o objetivo de concluir o curso de graduação, cumprindo a ultima etapa do curso.
Os resultados deste estudo que partiu da minha prática no estágio supervisionado mostraram o desinteresse e desmotivação dos alunos com relação às aulas de Educação Física. Encontrei, através das respostas dos alunos entrevistados, dados importantes para que possam vim a ajudar a solucionar esse problema.
Acredito que um dos reflexos do desinteresse dá em função das atividades, sempre o mesmo conteúdo, a mesma aula, durante o ano letivo. Portando uma questão básica, a de que deveria ter uma diferenciação em termos de conteúdo, para que as aulas não se tornem repetitivas, monótonas e consequentemente desmotivantes.
Diante desse quadro foram aplicadas varias atividades recreativas com o objetivo de motivar os alunos a participarem das aulas de Educação Física e também de tirá-los da rotina das aulas. Os resultados foram significativos durante a aplicação das atividades, os alunos demonstraram motivação e interesse em participar das aulas. Assim incentivando os mesmos na prática da Educação Física.

RESULTADOS DA PESQUISA DE CAMPO
O questionário padronizado foi aplicado a 60 alunos do Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série no Colégio Estadual Ana Nery na cidade de Ibicaraí - Bahia. Onde procurei através deste, pesquisar se eles alunos se sentiam motivados ou não, a participarem das aulas de Educação Física.
Pude constatar através de dados, que 90% dos alunos reclamavam que as aulas sempre seguiam a mesma prática das aulas anteriores e apenas 10% não se importavam com os métodos das aulas.
Sendo que depois da aplicação das atividades recreativas o mesmo 90% dos alunos se sentiam motivar a participar das aulas freqüentemente. Ou seja, com aplicação de atividades recreativas os alunos mostraram além de interesse motivação para prática no seu dia-a-dia escolar em todas as matérias.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1991.
COLETIVO DEAUTORES: Metodologia do Ensino de Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. 8 ed. São Paulo: Cortez, 2005.
MATUEEU, Anatolli Petrvich. Educação Física Teoria e Metodologia. 1 ed. Rio de Janeiro: Palestra Sport, 1997.
TOSETI, Solange. A Educação Física. Rio Grande do Sul: Edelbra, 1977.
MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICO - CIENTÍFICOS. UESC.2006.


É você, que nos permite ter a expectativa nítida, profunda e elevada na busca do melhor. Saiba que é através de você que isso começa, através do seu trabalho e exemplo é que formamos grandes sociedades. É fundamental a importância que a referida profissão exerce numa nação e no planeta, pois educar é o mesmo que prevenir grandes desordens do futuro e ver no presente a sua maravilhosa contribuição numa sociedade consciente e melhor. É assim que cada um de nós vai construindo sua identidade, suas pegadas e suas escolhas. Vejo hoje o professor com missão de educador como um orientador, envolvido e comprometido, um testemunho vivo de que podemos evoluir sempre, tornando-nos mais humanos, mostrando que vale a pena viver. Exercer uma das mais refinadas profissão do Universo é um privilégio, uma oportunidade Divina de expressar e saber que a Inteligência Infinita é o seu guia constante e seu conselheiro. É uma arte, missão de evoluir a consciência humana. A realidade sempre nos proporciona elos que nos marcam profundamente o descobrir, mesmo que seja um dia de cada vez. A família, a escola e o professor em particular têm uma responsabilidade extraordinária na formação e no aperfeiçoamento da pessoa como ser integral. O educador constrói e deve estar comprometido com as pessoas, não somente com o conhecimento, mas com o bom uso desses conhecimentos que servirão como luz para iluminar e alimentar toda a existência. Ser educador é ter percepção, impulso vital para a sobrevivência, trabalhar o desconhecido que mora dentro de cada educando, de modo que se possa evoluir nesta grande Teia da Vida. É assim que educadores com uma ética planetária, credibilidade e uma visão construtiva da vida contribuem muito para dias melhores e que os alunos se sintam motivados a continuar, a querer aprender, a aceitar-se melhor e aceitar as diferenças e que a vida realmente tem mais aspectos positivos que negativos, que realmente podemos realizar-se cada vez mais e ser luz e harmonia que ecoa na construção de um mundo melhor. Graças a este seu trabalho missionário é que quando pensamos em educação costumamos pensar no outro, que somos profissionais do ensino e também da aprendizagem, porque o saber não ocupa espaço, abre. Você é um formador de opinião que através da sua vibração autêntica estabelece conexões significativas na relação com o outro. Suas ações são determinantes, pois desarma as resistências e provocam, geralmente, uma resposta sempre positiva e ativa. Reconheça os grandes mestres da humanidade como educadores que contribuíram para que você também hoje pudesse assumir esta profissão. E principalmente reconheça em você professor educador, o grande profissional que você se tornou. Muitas vezes a vida nos pede manobras mais difíceis que ainda não sabemos fazer, mas trabalhe consciente e sempre com a expectativa do melhor, e que o reconhecimento salutar será sempre uma realidade. Na arte de ensinar e educar é preciso adestrar a Inteligência Emocional como ferramenta na comunicação e nas relações interpessoais, para deixar o círculo vicioso e entrar definitivamente para o circulo virtuoso. É por isso que descobrimos, com satisfação que ainda é possível realizar um grande trabalho na educação brasileira. Acreditando e motivando pessoas, estimulando a criatividade e buscando soluções novas e sérias em educação integral do ser humano, que nestas linhas, quando um mais um é sempre mais que dois, agradeço e parabenizo à todos os educadores por esta data tão especial. Bom dia e boas energias. Eu acredito em você. (Gilberto Pompermayer )


Nós acreditamos no que fazemos!!!
Através do brincar, a criança pode desenvolver sua coordenação motora, suas habilidades visuais e auditivas, seu raciocínio criativo e inteligência. Está comprovado que a criança que não tem grandes oportunidades de brincar e com quem os pais raramente brincam sofrem bloqueios e rupturas em seus processos mentais.

Conta-se que Einstein, até os três anos, não conseguia falar e usava blocos de construção e quebra-cabeças para se comunicar.

Brincando, ela começa a entender como as coisas funcionam, o que pode e não pode ser feito, aprende que existem regras que devem ser respeitadas, se quer ter amiguinhos para brincar e, principalmente, aprende a perder e a ver que o mundo não acaba por causa disso. Descobre que, se ela perde um jogo hoje, pode ganhar em outro amanhã.

Uma criança é criança porque brinca. Se não consegue brincar, não está bem; se seus pais não a deixam brincar, eles também não estão bem. Se o brincar é pobre de imaginação ou fixo em algum objeto, a criança não está conseguindo fantasiar a partir de suas necessidades de elaboração e, ainda nesse caso, não deve estar bem.

Se os pais exigem da criança obrigações de adultos e a enchem de atividades, é porque estão tentando preencher suas próprias inquietações com a agenda lotada do filho.

Por outro lado, como tudo que é extremo não funciona bem, quando uma criança vive somente no seu mundo de fantasias ou seus pais só se referem a ela “de brincadeira”, há algo errado com algum deles.

Finalmente, o brincar pode funcionar como um espaço através do qual a criança deixa sair sua angústia, aprende a lidar com a separação, o crescer, a autonomia, os limite. (http://www.elisabethsalgadoencontrandovoce.com/importancia_brincar.htm)



"As brincadeiras aparentemente simples são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança e também é uma forma de auto-expressão. Talvez poucos pais saibam o quanto é importante o brincar para o desenvolvimento físico e psíquico do seu filho. A idéia difundida popularmente limita o ato de brincar a um simples passatempo, sem funções mais importantes que entreter a criança em atividades divertidas.

domingo, 20 de junho de 2010

MANUAL DE MONITORAMENTO!!!
Vamos lá Centro - Oeste!!! É hora de mostrar o que está acontecendo! Quem vir este blog precisa ver o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também!!! Vamos mostrar a nossa Cara!!!